Publicado por: sauerbronn | 1 01UTC abril 01UTC 2009

SEMINÁRIO DE UFOLOGIA AVANÇADA

“REVELAÇÕES PARA COMPREENDER O NOVO TEMPO”

Dia 5 de Abril (domingo), das 15 às 19 horas

Salão de Convenções do IBAM

CONFERENCISTAS

Marco Antonio Petit

“O VATICANO E OS DISCOS VOADORES – UMA HISTÓRIA POUCO CONHECIDA”

(PALESTRA INÉDITA)

Nessa palestra você tomará conhecimento do envolvimento direto da Igreja Católica e de suas várias posturas ao longo de quase dois mil anos frente à pluralidade dos mundos habitados, dos contatos ufológicos e das surpreendentes declarações de personalidades do Vaticano nos últimos anos, que revelam que Roma esta se preparando também para algo muito especial. Do Imperador romano Constantino, aos nossos dias, os discos voadores sempre foram alvo de profundas reflexões, e mais do que isto: estudos e investigações foram e continuam sendo realizadas, inclusive com o objetivo de direcionar os rumos da Igreja. Meses atrás ela deu um passo gigantesco, cujas implicações ainda não foram percebidas plenamente, rumo à verdade, e mais do que isto, distanciou-se de maneira definitiva de outras correntes religiosas, que vêem no fenômeno UFO algo real, mas de inspiração demoníaca.

Paulo Iannuzzi

“UFOLOGIA E PARANORMALIDADE – O QUE ESTÁ ALÉM DA CASUÍSTICA?”

(PALESTRA INÉDITA)

TEMAS QUE SERÃO ABORDADOS PELO CONFERENCISTA

MEDIUNIDADE E PARANORMALIDADE EM GERAL

CONEXÕES CEREBRAIS E SUAS RESPECTIVAS ONDAS NUM CONTATADO

ESTADOS VIBRACIONAIS

CONTATOS HIPERFÍSICOS E PARANORMAIS

ATUAÇÃO NO CAMPO ÁURICO, CHAKRAS E REDE DE MERIDIANOS

CONTATOS EM EXTERIORIZAÇÃO DA CONSCIÊNCIA (COMENTÁRIOS)

REENCARNAÇÃO, ASPECTOS GENÉTICOS CORRELATOS E RESPECTIVAS INTERFERÊNCIAS DE NATUREZA EXTRATERRESTRE

UMA NOVA FRONTEIRA NA PESQUISA UFOLÓGICA

Serão apresentadas também as últimas informações sobre o processo de abertura dos arquivos sigilosos em termos mundiais.

* Palestras ilustradas com farto material visual

Local: Salão de Convenções do IBAM (Largo do IBAM, 1 – Botafogo / Humaitá – próximo da Casa de Saúde São José).

Inscrições: (R$ 25,00) no local, no dia do evento, a partir das 14:30 hm.

Informações: (21) 9584-1014 / marcoantoniopetit@gmail.com / www.marcopetit.com

Apoio: Revista UFO (www.ufo.com.br)

Publicado por: sauerbronn | 3 03UTC março 03UTC 2009

Canadenses têm acesso a 9.500 arquivos ufológicos liberados pelo governo

bandeira-canada

O Governo canadense autorizou a consulta pública de milhares de documentos federais relacionados aos UFOs. O arquivo totaliza um montante de 9.500 relatórios digitalizados desde 1947 até 1980, todos disponíveis no site da Livraria e Arquivos do Canadá. Com o título de UFOs Canadenses: Pesquisa ao desconhecido, os arquivos incluem memorandos, reportagens, relatórios, bilhetes e outros meios que abordam estritamente o tema ufológico. Tais arquivos são provenientes do Departamento de Defesa do Canadá, Departamento de Transporte, Conselho Nacional de Pesquisa e da Real Polícia Montada do Canadá. A liberação dos arquivos ufológicos no Canadá segue os mesmos passos realizados no mês de janeiro na Dinamarca. A Inglaterra continua liberando milhares de arquivos abordando o tema através de um programa gradual que teve início em maio de 2007, a partir de seus arquivos públicos, quando o mais recente aconteceu em outubro de 2008. A Agência Espacial Francesa anunciou em 22 de março de 2007 que tornou público seus arquivos secretos sobre UFO através do site do governo.

A mais importante diferença da liberação canadense de seus arquivos ufológicos com relação a outros países foi o fato de que o governo incluiu seu departamento de análise ao invés de simples reportagens sobre avistamentos. De acordo com Victor Viggiani, da Toronto Exopolitics, ele tem monitorado o site do Governo canadense que aborda a questão ufológica, “os arquivos canadenses não listam simplesmente os avistamentos de UFOs, mas descreve o que aconteceu, seus desdobramentos, com memorandos, reuniões e encontros interministeriais feitos pelos oficiais do governo que visam dar mais sentido a uma considerável investida no tema Ufologia, como também se referenciar aos casos norte-americanos, mantendo-se a par de seus acontecimentos”. Por exemplo, foi liberado um memorando datado em setembro de 1967, com o título Investigações de Objetos Voadores Não Identificados, que dizia o seguinte: “Uma série de investigações constantes em relatórios sugere sobre a possível existência de UFOs contendo informações excepcionais de caráter científico sobre uma tecnologia avançada que possivelmente poderia contribuir para a pesquisa técnico-científica”. O conteúdo de outro memorando aborda o avistamento de um UFO na Baía Shag, testemunhado por um membro da Real Polícia Montada do Canadá e por mais seis outras pessoas na noite de 04 de outubro de 1967. O documento descreve como as testemunhas relataram o avistamento de um objeto com 60 pés de extensão, voando para o leste antes de mergulhar na água com grande força de impacto. “Uma luz branca e brilhante surgiu na superfície da água durante um breve período de tempo. O policial, com a ajuda dos pescadores locais e seus barcos, se esforçou para encontrar o objeto depois que este mergulhou completamente”.

Sem dúvida os documentos mais significativos são aqueles relacionados com investigações secretas no período 1950 a 1952, contendo análises sobre UFOs feitas pela equipe do Departamento de Transportes, liderada por Wilbert Smith, engenheiro eletrônico de larga experiência. No seu Projeto Magnet Report, Smith abordou extensamente as performances de vôo dos UFOs, bem mais avançadas do que qualquer coisa conhecida da época: “Como é muito difícil conciliar tal desempenho com a nossa tecnologia atual, a não ser que exista alguma tecnologia terrestre mais avançada do que aquela que conhecemos, somos forçados a concluir que tais naves sejam provavelmente de origem extraterrestre, apesar do nosso preconceito por afirmar o contrário”. Portanto, o Canadá já faz parte de um seleto grupo de países que até o momento liberou seus arquivos relacionados à questão ufológica.

(Revista UFO)

Publicado por: sauerbronn | 1 01UTC fevereiro 01UTC 2009

Caso da Fazenda Padrão em 2006

Publicado por: sauerbronn | 1 01UTC fevereiro 01UTC 2009

O Caso da Barra da Tijuca – RJ

Revelado o segrêdo da Barra da Tijuca

Reportagem de JOÃO MARTINS

O CASO do disco voador da Barra da Tijuca é, hoje, história do passado. Para mim, pessoalmente, êle teve o mérito de despertar a minha atenção para o enigma que continua a desafiar a Humanidade. De maio de 1952 para cá, tenho sistemàticamente levado a efeito uma investigação fria, racional e organizada no sentido de descobrir o que são êles, de onde vêm, como são propulsionados e que intuitos têm os seus possíveis tripulantes. De tempo a tempos, tenho publicado reportagens ou séries de reportagem, nas quais levo ao conhecimento do público o resultado dos meus esforços. Os que acompanham êstes meus escritos, são testemunhas do critério e do equilíbrio em que tenho me mantido num assunto tão fácil de descambar para o sensacionalismo inconseqüente ou para a fantasia desbragada. Por isso mesmo. tenho hoje o privilégio de ser conhecido e acatado pelos investigadores mais bem informados e mais sérios que, no Brasil e em muitos outros países estão empenhados na pesquisa objetiva e honesta dêste mistério. Para êsses, o caso da Barra da Tijuca é um dos chamados casos clássicos da crônica mundial dos discos voadores. As fotos tiradas naquela ocasião pelo veterano Ed Keffel, cuja longa vida profissional representa um exemplo de honestidade, eficiência e amor ao seu trabalho, são, para os homens que se encontram nos bastidores desta imensa investigação internacional, um dos documentos mais preciosos e fidedignos.

Isto tudo não impede, porém, de que haja quem ainda ponha em dúvida a autenticidade das citadas fotografias, por simples desconhecimento do assunto ou simples desonestidade. De tempos em tempos, quando algum caso de disco voador se torna mais sensacional não falta o aparecimento de alguém que, em busca de um cartaz fácil, se atire ao ataque das fotos de Ed Keffel, como se essas fotos fôssem as únicas que provassem a existência dos discos, como se o incidente da Barra da Tijuca não fôsse apenas um, dentre milhares de outros. Ora é um fotógrafo qualquer que, ridiculamente, joga pratos para cima e declara, da forma mais primária, que êle também pode tirar fotos de discos voadores… Ora é um cientista, de almanaque que, buscando desesperadamente estabelecer polêmica a fim de arranjar publicidade barata para si próprio, investe da forma mais grosseira e menos científica possível contra êste repórter, contra Keffel, contra todos os que testemunharam ou levam a sério os discos voadores, sejam êles civis ou militares, leigos ou técnicos.

Da minha parte, nunca me dei ao trabalho de responder a êsses adversários gratuitos. Tenho seguido, impertubàvelmente, no meu caminho, pois de outra forma ficaria encalhado em discussões inúteis que nem ao menos se poderiam manter em plano elevado. Atenho-me a fatos. Apresento fatos aos meus leitores. Se alguém não crê ou se recusa a crer nestes fatos, o problema não é meu. Mesmo que nunca tive a intenção de converter ninguém: os discos voadores não são, para mim, uma questão de crença, nem uma obsessão. Como repórter, encaro-os como um fascinante assunto jornalístico. Pessoalmente, estou certo da tremenda importância que êles podem ter no decurso da nossa evolução, principalmente nesta época em que damos os primeiros passos rumo ao nosso satélite e aos planêtas mais próximos.

Os documentos e o relato que trago hoje aos leitores não têm, portanto, o sentido de defesa ou justificação. A presente publicação representa apenas uma consideração para com todos aquêles (e são a maioria) que formam ao nosso lado. Conhecendo, desde 1954, o estudo feito pela FAB a respeito do caso da Barra da Tijuca, eu poderia tê-lo publicado muito antes, se quisesse colocar-me voluntàriamente na posição de réu que se defende, ou de acusado que se justifica. Nunca senti a necessidade de me pôr nessa posição. Tinha a consciência tranqüila e a satisfação íntima de contar com a confiança e a amizade dos que acompanham o assunto, procurando antes, informa-se bastante a respeito, e dos investigadores civis e militares que poderiam, em sã consciência, ter uma opinião a respeito. Para mim e para Keffel, a opinião de um homem como o Cel. Adil de Oliveira sempre valeu mais do que a de cem amigos gratuitos ou a de cem descrentes sem base.

O que os leitores vêem nestas páginas e o que vão ler a seguir é o que foi mostrado e dito, na TV Continental, Canal 9, do Rio de Janeiro, na noite de 11 de outubro, por Fernando Cleto, na segunda apresentação do seu programa semanal, já vitorioso, denominado O Enigma do Espaço. Fernando Cleto é um alto funcionário do Banco do Brasil. Há mais de dez anos que vem investigando os chamados discos voadores. É um dos pesquisadores civis mais credenciados no Brasil. Conta com a colaboração de investigadores civis e militares, altamente informados a respeito. O que êle revelou, no seu programa, em absoluta primeira mão, e que vai aqui reproduzido, ganha ainda maior valor para nós, quando sabemos que nem êle nem a TV Continental fazem parte dos Diários Associados. O que vão ler, portanto, é o depoimento de um homem cuja única ligação conosco é apenas uma: a honestidade de propósitos, o interêsse de descobrir e revelar a verdade. Aqui está, sem tirar nem pôr, o que Fernando Cleto revelou ao seu grande público:

OFICIAIS DA FAB foram ao local, imediatamente após o caso, e lá fizeram todas as pesquisas. Posição do sol, distâncias, trajetória do objeto, jôgo de luzes e sombras, altitude, tudo foi objeto de estudos que depois, transportados para o papel e comparados com as fotos, determinaram a autenticidade das mesmas. Uma análise minuciosa do relato, das várias possibilidades de fraude, de outros testemunhos surgidas e até mesmo da vida profissional e da personalidade dos repórteres, foi realizada. A conclusão foi positiva.

NA BARRA DA TIJUCA, os ofíciais da FAB jogaram uma reprodução em madeira do disco, para o ar, inúmeras vêzes, tentando reproduzir a seqüência de cinco fotografias tais como aparecia no filme de Ed Keffel, cujos negativos não foram cortados. Uma fotografia convincente, por êsse processo, é possível obter-se, dentre muitas que se botam. Entretanto, uma seqüência de cinco, em várias posições, é pràticamente impossível de ser batida em seguida. Além de tudo, foram determinadas tècnicamente as distâncias do objeto.


No dia 7 de maio de 1952, João Martins e Ed Keffel encontravam-se na Barra da Tijuca, com o intuito de fazer uma reportagem de rotina. Às quatro e meia da tarde, inesperadamente, João Martins viu um objeto que vinha no ar em grande velocidade. A princípio pensou que fôsse um avião visto de frente. No entanto, Martins estranhou porque aquilo, se fôsse avião mesmo, estava voando de lado. Exclamou: Que diabo é aquilo? Keffel estava com sua máquina Rolleflex a tiracolo e Martins gritou: Bata, Keffel! Ed Keffel, com grande habilidade, disparou a sua máquina cinco vêzes, no espaço de um disco voador.

Dezenas de pessoas viram o disco naquele dia e comentaram o fato antes de fotografia serem publicadas. Naquela mesma ocasião, o Adido Militar à Embaixada dos Estados Unidos, junto com oficiais brasileiros, examinou os negativos da seqüência e declarou:

– Não tenho a menor dúvida sôbre a autenticidade das fotos divulgadas pelos repórteres de O Cruzeiro.

Na época, acompanhávamos com grande interêsse o desenrolar dos acontecimentos, quando mais tarde surgiram testemunhas afirmando ter visto homens jogando para o ar e fotografando um disco, exatamente no mesmo local das fotos de Keffel. Essas declarações vieram estabelecer uma dúvida no nosso espírito. Dúvida que perdurou até o ano de 1954.

Em 1954, o Brigadeiro Eduardo Gomes, então Ministro da Aeronáutica, nomeou o Coronel João Adil de Oliveira para chefiar a primeira Comissão de Investigadores sôbre os Discos Voadores criada em nosso País. Um dia, recebi um telefonema do Coronel Adil, pessoa que não conhecia. Convidou-me a comparecer ao Estado-Maior da Aeronáutica a fim de prestar alguns esclarecimentos em tôrno de um fato relacionado com discos voadores ocorrido em 1948. Chegando lá, encontrei outros convidados: oficiais da esquadrilha de aviões a jacto da Base Aérea de Gravataí, que falavam sôbre dois discos que haviam sobrevoado aquela base durante horas seguidas. Um pilôto civil, por seu lado, contava que, tendo o seu avião sido seguido por um disco, modificava seu plano de vôo, pousando em São Paulo. Em determinado momento, João Martins e Ed Keffel chegaram ao Estado-Maior, também convidados pelo Cel. Adil.

Naquele dia, ouvi, vi e aprendi muita coisa… Mas o que realmente interessa é que, a certa hora, o Coronel Adil mandou buscar um dossier. Ao recebê-lo, declarou que ali estava todo o estudo que a FAB havia feito em tôrno do caso da Barra da Tijuca. Ao abrir o volume, que era enorme, caiu inesperadamente sôbre a mesa um disco de madeira. Houve um súbito silêncio naquela sala… Que seria? A FAB teria apurado alguma fraude? O próprio Coronel Adil rompeu o silêncio dizendo mais ou menos o seguinte:

– Você se lembra, Martins, que algumas pessoas declararam ter visto homens jogando um disco para o ar e fotografando? Realmente êles viram êste disco que aqui está, mas nós sabemos que não foi jogado por vocês, porque êle foi jogado por nós da FAB, que nos dias seguintes ao fato fomos para o local fazer minuciosos estudos em tôrno das suas fotografias. Inclusive andamos jogando êste disco para o ar, numa tentativa de reproduzir uma seqüência como a de vocês.

Sempre tive vontade de contar êste fato pùblicamente e, agora, tendo surgido esta oportunidade procurei o Coronel Adil e por êle fui autorizado a fazê-lo, inclusive me cedendo o modêlo de madeira.

Em 1952, falava-se do desinterêsse da FAB pelo assunto ligado aos Discos Voadores, o que não era exato. Consegui do Coronel Adil uma pequena parte dos documentos que integram o dossier a que já me referi, organizado pela FAB, em 1952. Vou mostrar alguns, dêsses documentos para que os telespectadores se certifiquem do fato. Lembramos porém que êles representam o resultado de um estudo sério destinado ao arquivo da FAB.

Temos aqui um estudo em tôrno da fotografia n.º 3. O mesmo estudo foi feito para cada fotografia da seqüência. Êste documento mostra estudos relativos a azimute, distância zenital, declinação e ângulo horário. Nas figuras 3 e 4 aparece a trajetória do Sol, posição de onde foram tiradas as fotos e a posição das árvores que aparecem na foto n.º 3. Êste outro documento foi feito para analisar a foto n.º 1. Nêle vemos estudos de perspectiva onde se verifica a inclinação da linha de visada com o horizonte, bem como a inclinação do plano do disco e ainda a altitude que, no momento da fotografia, era de 490 metros e a distância ao observador, que era de 1.500 metros.

Para melhor entendimento, vamos fazer no quadro-negro uma representação esquemática do que acabamos de dizer, assinalando as posições do observador e do objeto. As posições do objeto são obtidas em face do azimute que a FAB calculou para cada fotografia. E sucessivamente temos: na foto 2° objeto está a 2.000 m de distância e 930 de altitude. Nas fotos 3, 4 e 5, respectivamente a 1.200, 1.100 e 3.000 m de distância e 940, 720 e 580 de altitude. Todos êsses movimentos confirmam exatamente a descrição que dêles fêz João Marins, em 1952. E mostram também a impossibilidade de fraude, uma vez que não é exeqüível jogar um disco de madeira nas distâncias registradas.

Outro esclarecimento deve ser dado para explicar a foto n.º 1. Ela sempre representou um entrave na interpretação da seqüência. Nela temos a impressão de ver uma hélice na parte inferior do disco, enquanto nas demais não existe tal hélice. Pela reconstituição em outro documento do estudo feito pela FAB, verifica-se perfeitamente que o disco da foto 1 é o mesmo do resto da seqüência. O que nos dá a falsa impressão de dois planos é apenas um efeito de luz e sombra.

Telespectadores: as críticas feitas em 1952 à Fôrça Aérea Brasileira foram injustas. A FAB examinou o assunto em profundidade.

Quanto à autenticidade das fotografias de Ed Keffel e João Martins, como viram, temos suficientes razões para fazer uma afirmativa: elas são verdadeiras.

Revista O Cruzeiro – 31 de outubro de 1959

Continuação
Publicado por: sauerbronn | 27 27UTC janeiro 27UTC 2009

A noite oficial dos OVNIS

Em 19 de maio de 1986 nada menos que 23 UFOS invadiram o espaço aéreo nacional. Isso tumultuou e interrompeu o tráfego aéreo em alguns lugares do país. Os ufos ficaram registrados em várias estações de radares das regiões sobrevoadas e até o Cindacta, em Brasília (DF) – captou os objetos. Diante da gravidade da situação, por ordem expressa a aeronáutica, três caças Mirage e dois caças F-5E decolaram para interceptar aqueles UFOs.
O que se seguiu nos céus do Brasil era digno dos momentos finais do filme Independence Day: Os UFOs saltaram de 250 km/h para algo em torno de 1.500 km/h em menos de um segundo. em alguns momentos os ufos chegaram a fazer curvas de 90 graus a 3600 km/h Eles também mudavam constantemente de cor e de trajetória – faziam curvas em ângulos retos, sem reduzir a velocidade. Eram extremamanete manobráveis. Eles subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam em outro lugar.

O caça F-5E, chegou a ser seguido por 13 UFOs. Para escapar ele tentou uma manobra evasiva padrão e fez um “looping”, mas para a surpresa do piloto do caça, os ufos entraram com ele no looping, frustrando a intenção do piloto com a manobra.
Um dos objetos veio em alta velocidade e, repentinamente, parou, de forma que ficou em rota de colisão eminente com um dos aviões e deixando o piloto completamente apavorado. Mas, logo em seguida, o artefato disparou em alta velocidade, saindo da rota de colisão iminente.
Os ufos eram muito brilhantes e tinham o tamanhs variados um deles pelos registros do radar do caça tinha a dimensão de um avião jumbo.

Haviam também outros menores, com 8 e 10 metros.
Os ufos foram perseguidos até que o combustível dos jatos chegou no limite e eles tiveram que voltar para a base aérea.
Os ufos voaram segundo os registros, por cerca de 8 horas.
A situação era tão esdrúxula que obrigou o próprio Ministro da Aeronáutica na época, o então Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, a se pronunciar na imprensa, organizando inclusive uma coletiva onde os próprios pilotos ficaram disponíveis para dar entrevistas. Um fato histórico para a Ufologia brasileira: pela primeira vez, oficialmente, era admitido publicamente que vários UFOs invadiram o espaço aéreo do Brasil.
Chegou-se a levantar a hipótese de ser um engano e até idiotices foram ditas, como os pilotos terem perseguido reflexos e até mesmo o planeta Vênus. É bom lembrar que os objetos ficaram registrados em diferentes radares, totalizando mais de 50 radares. Sobretudo nos radares internos dos Caças. E que os pilotos são treinados. Além disso o tempo estava bom e limpo. Sem nuvens. E planetas e reflexos não aparecem em radar.
Levantou-se a hipótese de falhas nos instrumentos. Porém considerando que mais de 50 radares registraram a mesma coisa, então uma falha dessas proporções é algo ainda mais bizarro que ufos voando pelo céu.

Vídeo sobre o acontecimento no Youtube:

http://br.youtube.com/watch?v=6oHx2L9eGBk

Publicado por: sauerbronn | 27 27UTC janeiro 27UTC 2009

Rodas de Luz

Em 15 de maio de 1879, numa noite clara, o Capitão da H.M.S. Vulture registrou um fenômeno extraordinário observado no Golfo Pérsico: “Notei ondas ou pulsações luminosas na água, movendo-se a grande velocidade e passando por baixo do navio de sul para sudoeste.

Olhando para o leste, parecia uma roda giratória cujo centro estava naquela direção e cujos raios estavam iluminados; olhando para o oeste, uma roda semelhante parecia girar, mas na direção oposta. Fui então ao topo da mezena ( 4,5 m acima da água ) com o primeiro tenente e vi que as ondas ou pulsações luminosas na verdade moviam-se paralelas, e o movimento aparentemente giratório, visto no convés, era causado pela alta velocidade e pelo maior movimento angular da parte mais próxima em relação à parte mais distante das ondas.

A luz das ondas parecia homogênea, e mais clara, mas não tão cintilante quanto o são as aparições fosforescentes no mar, e ia da superfície da água até bem fundo; as ondas quando passavam iluminavam o fundo branco dos navios-despensas. Estimei que tivessem 7,5m de largura, com intervalos escuros de uns 22,5 m entre elas…” Esses fenômenos estranhos ainda são vistos até hoje, principalmente, mas não só, no Oceano Índico.

Mais de cem aparições dessas, todas bem atestadas, foram registradas no último século e meio. Como os cientistas não deram atenção a elas, foram forçados a reconhecer que esses fenômenos parecem desafiar toda explicação.

Publicado por: sauerbronn | 26 26UTC janeiro 26UTC 2009

Manuscritos do Tibet

Publicado por: sauerbronn | 24 24UTC janeiro 24UTC 2009

Rádio-amadores contatam extraterrestres que habitam ilha ao sul do Chile


Várias pessoas afirmaram ter tido em contato via rádio com seres aparentemente extraterrestres que habitavam uma ilha ao sul austral do Chile. Mais de 25 fitas cassetes comprovaram essas palavras. Esta misteriosa história iniciou-se em uma noite de junho de 1984, na décima região do Chile, especificamente no farol Mitagues, localizado no canal da Moraleda. Neste lugar encontrava-se um grupo de sete pessoas, (pareciam ser da Guarda Nacional), que, atônitos observavam uma imensa bola de cor rosa pousada alguns metros sobre a água. Diante do medo de enfrentar um fenômeno desconhecido, pegaram o rádio de comunicações e começaram a pedir ajuda: Atenção norte do Chile, atenção Iquique, aqui sul austral chamando!!”

Enquanto tudo isso acontecia, em Santiago, o chamado era escutado pela família Ortiz, que têm uma emissora de 27 Mhz (faixa cidadão). Seu pseudônimo: Lucero:

“Escutamos o chamado pelo menos por uns 15 minutos, e como não recebiam resposta, ofereci-me para servir de ponte. Héctor me respondeu que era uma pessoa encarregada do grupo e diante da minha insistência me pediu para que fossemos para uma canal mais privado. Ali me contou que não sabia o que era essa luz que estava parada na sua frente. “Olhe…” me disse, “esta coisa provocou mal funcionamento nos equipamentos elétricos”.

Logo, no meio da conversa, entra no canal uma terceira pessoa, um capitão do navio petroleiro “Mysteryes”, que pedia a Héctor que avisasse o que estava acontecendo para as autoridades, pois se encontravam navegando com seus instrumentos completamente “loucos”. Após discutirem alguns minutos sobre quem deveria ser informado, Héctor retomou a conversa com a estação Lucero. Imediatamente me disse:
” – Esta coisa está crescendo e começa a se mover. Está levantando. Está vindo para cá!! Após isso foram ouvidos ruídos e gritos, que levaram a agulha do rádio até o máximo de sua potência. A transmissão interrompeu-se completamente”, disse.

Após três minutos, novamente surgiu a voz de Héctor, muito assustado:
” Essa coisa passou sobre nós. As pessoas que estavam fora estão com a pele queimada”.
No dia seguinte, uma chamada no rádio de uma mulher com nome Sílvia entregou um recado por parte de Héctor:

“Diga ao Octavio que não comente nada do que ocorreu durante a noite, porque ele corre perigo”. Essa foi a última vez que a família Ortiz ouviu falar sobre aquele misterioso personagem do farol Mitagues. Dois dias depois as chamadas misteriosas continuaram. Um capitão do barco Mitilius II chamado Alberto, começou a se comunicar nos canais australes:

Dados Geográficos do Canal Moradela
LAT: -44.4147222
LON: -73.4205556
DAT: -442453
DON: -732514
UTM: XR28
JOG: SL18-03

DSG: CHNM
MOD: 1994-11-22
CC1: CI
ADM: 00
UNI: -1320936
UFI: -892968
RCC: 1

“Me disse que haviam presenciado tudo o que ocorreu no farol Mitagues e também haviam escutado nossa conversa. Me disse que estavam fazendo experiências com o “choro zapato”, e nesta localidade tinham redes e instrumentos. O mais estranho é que depois daquela noite estes desapareceram”, explicou.

Depois Octávio viria a saber que o capitão Alberto trabalhava para o Departamento Oceanográfico da Universidade do Chile. Nasceu ali uma longa amizade entre Octávio e Alberto. Os temas chegavam cada vez mais próximos do fenômeno OVNI, tema responsável por essa “Ficamos sem conversar por 3 meses. Quando voltou a se comunicar conosco, sua voz era muito estranha, não era mais o mesmo. Me disse que aconteceram algumas coisas. Coisas muito boas. Conheci umas pessoas um pouco estranhas, não sei ao certo quem são, mas parecem ser religiosos. Me ajudaram muito economicamente. Tive que transportar equipamentos e caixas com materiais que não conheço, até a ilha onde vivem” , recorda. Esta foi a primeira vez que Octávio e sua família ouviram falar dos misteriosos habitantes da ilha de Friendship (Ilha da Amizade).

AGOSTO DE 1985
Porém, um dos fenômenos mais estranhos aconteceu no sábado 17 de agosto de 1985. Uma série de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) apareceram sobre Santiago e foram observados por mais de dois milhões de pessoas e sua aparição foi seguida inclusive por programas de televisão.

Três globo sondas – afirmavam as autoridades – passearam pelos céus de Santiago desde às 3 da tarde até altas horas da noite. Um funcionário da Nasa, mantendo o anonimato, informou através do jornal La Tercera, que aquilo que foi visto era um balão de observação meteorológica. Entretanto, a Força Aérea do Chile (FACH), do aeroporto do El Bosque, por intermédio de um controlador de tráfego aéreo afirmava o mesmo, que se tratava de um balão sonda. Entretanto, as opiniões eram divididas. A Direção Meteorológica, por intermédio de seu diretor Federico Rol, afirmava que “não havia uma explicação racional para o que aconteceu”, afirmando que não foram lançados nenhum desses aparatos e descreveu esses objetos de “aparência metálica” como algo nunca visto, afirmou o porta-voz da entidade.

Ao mesmo tempo funcionários da torre do aeroporto Arturo Merino Benítez diziam ao diário “La Tercera” que a luminosidade e aparência do objeto era “realmente estranha” e não seria um avião. O artefato seguiu na direção oeste/leste, a uma altura de 1.200 metros, descartando a possibilidade de ser uma balão sonda.
Você pode se perguntar: O que tem a ver este assunto com a ilha ao sul do Chile? Muito, porque justamente nesta hora acontecia uma transmissão entre a estação Lucero e Ariel, mudando por completo a história. “Nós estávamos tranqüilos, aproveitando o fim de semana, quando um chamado de Ariel, nos convidando a sair para o quintal e olhar para o céu. Dali conseguimos ver aquilo que todos viram neste dia. Porém o mais surpreendente: eles narravam o que acontecia com o OVNI. Os graus que se movia, tudo. Em um determinado momento pediam que um avião não chegasse muito perto”, afirmou Octavio. Haveria possibilidade deles controlarem as evoluções do OVNI? O diálogo foi gravado pela família (veja a transcrição no final da reportagem).

O motivo pelo qual estes seres habitam esse lugar ao sul do Chile é um mistério. Para alguns, são extraterrestres, recrutando gente antes do fim da humanidade. Para outros, somente uma congregação religiosa.

TRANSCRIÇÃO DA CONVERSA GRAVADA MANTIDA ENTRE OS RADIOAMADORES E OS POSSÍVEIS OCUPANTES DO OVNI DE 17 DE AGOSTO DE 1985, QUE PERMANECEU DURANTE VÁRIAS HORAS NOS CÉUS DE SANTIAGO DO CHILE

Mulher 1: O que vai mover? Ariel, por gentileza, me diga o que vai se mover!

Mulher 2: Está se movendo, Mona!

Mulher 1: Sim, estou vendo, está se movendo. Oi Ariel, olá Ariel, me diga o que acontece, me diga, QSL.

Friendship: Somente 5 graus, 5 graus em direção à cordilheira

Mulher 1: Sim, positivo, já o vi, já o vi, moveu cinco graus na direção da cordilheira. Porém diga-me por favor. Alberto está bem? QSL.

Friendship: Tudo bem, tudo bem e você poderão ver tudo isto quando vierem para cá.

Mulher 1: Ah… em breve… em breve… Ariel, no verão.. no verão. QSL.

Mulher 2: Diga a ele que me convide, estou fascinada. Roger.

Mulher 1: Olhe, você sabe que… Oh meu Deus… eu não sei o que se passa, eu juro que estou tremendo inteira.

Mulher 2: Escuta, vamos ver se Ariel está me copiando. Roger.

Mulher 3: Cristina? Cristina? O que vocês estão vendo?

Mulher 1: Olhe! Que incrível! Olhe…. não sei como te explicar, mas fique aí, fique por favor… olhe para o céu ao norte. Oi, atenção Ariel, ola Ariel, atenção Friendship, ola Friendship… está copiando?

Mulher 3: Cristina?

Mulher 1: O que é???

Mulher 3: Diga a ele que me leve, que eu toco bem violão.

Mulher 1: Ah… tá.. tá… alô atenção Friendship, Friendship, está copiando?

Friendship: Revisem Apocalípse, Apocalipse. (interferências)

Voz 1: Alô Friendship para Lucero… Alô, vamos ver o sul austral, atenção ilha Friendship… aqui é Lucero, QSL.

Friendship: Esse helicóptero… não chegue perto… não chegue perto…

Voz 1: Sim, positivo Friendship. Diga-me, em que lugar exatamente do sul do Chile você está, colega…

Friendship: Esse avião… não chegue perto… não chegue perto…

Voz 1: Ninguém pode avisá-lo, então ouça…

Voz 2: Existe um avião por aí?

Voz 3: Tem um avião bem próximo….
Friendship: Don’t keep to closed (“Não se aproximem”)

Voz 4: Ouça colega.

Mulher 1: Alô, atenção Friendship, olá Friendship, olá Ariel, olá Ariel, vai copiando Lucero.

Friendship: Cuidado com o campo magnético, com o campo magnético, não se aproxime.

Mulher 1: Tem um centro magnético, não se aproxime… diga… o avião.

Voz 1: Positivo e é ele que está informando.. . Felipe que no contou, nos disse quando vai se mover, quando se move o aparato, nos disse agora há pouco, que ia se mover 5 graus e moveu-se justamente e pediu para lembrar-nos.

Voz 2: Já.

Intruso: No sul do Chile, velho louco.

Friendship: Vamos baixar a altura, baixar a altura, com os faróis à frente (interferências)

Voz 1: Positivo, vá em frente Friendship, vá em frente Friendship.

Friendship: Agora… vamos descendo, vamos descendo.

Voz 1: Sim, OK. Iniciar descida com o faróis acessos… Pode ser?

Voz 2: Está mais brilhante agora.

Voz 1: Sim Felipe, disse há pouco que começaria a descida com os faróis para frente. Roger.

Voz 3: Já estou copiando por aqui, olhe, estou copiando… o daqui também está baixando, Tele (várias vozes indefinidas)

Voz 2: Olhem… está mais brilhante!! Várias vozes de uma só vez…

Voz 4: Octavio, chame o Friendship de novo.

Friendship: (Indefinido. Somente se conseguiu captar em inglês as palavras “Five Nord”)

Mulher 1: Nos disse que ia se mover e moveu. Agora nos disse que ia baixar e baixou, olhe… como não vou acreditar…

Mulher 2: Sim, com certeza, sabe que ele estava bem em frente, mais ou menos em frente ao poste que está fora da minha casa, e quando estava parado, duvidei. Mas um pouco, não sei quanto dizer, Cristina, porém agora baixou, e ele estava alto e agora o vejo bem baixo…

Vozes estranhas: Atenção Terra, atenção Terra… (indefinido)… nação da Terra, por favor não tenham medo…

Friendship: Que o avião pequeno não se aproxime, não se aproxime senão não conseguirá descer…

Mulher 1: Olhe… o que eu faço, Mari.

Mulher 2: Nada, Cristina.

Mulher 1: Não consigo entender o que falam…

Mulher 3: (tenta entrar na conversação)… posso?

Mulher 1: Que não se aproxime o avião pequeno… não conseguirá descer… (As interferências interrompem as conexões, ocultam palavras e frases.)

Fonte: http://www.book-of-thoth.com/article-print-1148.html

tradução: http://www.projetosonda.com.br

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